Ele se viu novamente perdido.
Tropeçou mais uma vez,e se afogou no coração.
Tocou-se de que era a mesma enrascada da paixão.
Naquela noite ele chorou tanto e prometeu o fim á desilusão.
No espelho,viu a imagem que há muito tempo não via.
Um olhar choroso,o rosto avermelhado e o sofrimento na respiração.
Prometeu para si uma vida mais estável,sem amores e castigo ao coração.
Daqui em diante,não mais amores,não mais paixões.
Ele agora vê que o tempo tudo transforma.
O que era belo e sólido no passado,agora é uma muralha despedaçada.
Outra muralha ergue-se e ele já não quer mais isso.
Pega o machado e destroi tudo o quanto antes a sua vida esteja novamente solidifcada.
Assim doi mais,mas assim ele o fez.
Ele sentiu de novo e pela última vez.
Não mais perdoaria o coração pelo o que ele fez.
Agora,o coração contaria velhas histórias que este mesmo desfez.
Ele começou a caminhar viu de longe o que o atormentara.
O coração bateu forte,tentando reconstruir a muralha,mas não conseguiu.
O alicerce tinha sido destruído.
Ele seguiu seu caminho,mas de amor ele nunca mais sorriu.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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