Em súbito desespero eles correm para esquecer.
O olhar distante,a esperança dada como morte e anúcio de tempos difíceis.
Não foi assim que fora planejado e o garoto iria sofrer um pouco.
Viu um pai em ruínas,a mãe tentando ser forte a segurar o pai com os olhos tristes.
O garoto nçao tinha o que fazer.
Desesperou-se quando chegou a conclusão de que era um completo inúltil.
Não poderia fazer nada,a não ser escutar,ver e presenciar aquela agonia terrível.
Em total espasmo,ele procurava entreter em outros mundos em auxílio de livros múltiplos.
O garoto queria apenas acordar e ver tudo resolvido.
Um final feliz,para ser mais preciso.
E ele viu a solução ao telefone naquela manhã.
A boa notícia chegara e o problema que botara a família em tristeza já não era mais um risco.
A alegria em retorno foi multiplicada naquela casa.
O garoto segurava um quebra-cabeça a qual ao invés de figuras eram palavras.
O garoto correu ao abraço da mãe em alegria a ver que aqueles dias difíceis terminara.
Foi incrível quando ele deixou uma peça do quebra-cabeça cair ao chão e ver a palvra que estava escrita: FÉ.
João Pedro Rodrigues Lopes

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